Manual clínico de desejo sexual hipoativo feminino
Da paciente que se cala à conduta que você domina

Cada recomendação com duas informações lado a lado: o nível de evidência que a sustenta e o status regulatório brasileiro que a autoriza — ou não. Porque neste tema, evidência sem registro não vira receita, e registro sem evidência não vira boa medicina.
acesso digital imediato · R$ 127 · pagamento único
A conduta é tudo
Quando um homem relata dificuldade sexual, o raciocínio parte rápido para causa orgânica, exame e conduta. Quando uma mulher relata queda de desejo, a resposta frequente é a normalização: é a idade, é o estresse, é fase. Todas podem ser verdadeiras — e nenhuma delas é diagnóstico.
Por isso cada capítulo termina em decisão: qual pergunta separa "não sinto vontade" de "sinto vontade mas dói", por que a testosterona total normal não afasta a hipótese, qual a dose de bupropiona que funcionou nos ensaios (e qual falhou), quando a tibolona resolve melhor que a testosterona, e o que fazer quando o exame e a bula não explicam. Você sai da leitura sabendo o que fazer na próxima consulta.
O diferencial deste manual
Poucos temas da medicina têm distância tão grande entre o que circula na internet e o que pode ser legalmente prescrito aqui. Implantes manipulados, fórmulas "bioidênticas" e protocolos de modulação hormonal circulam com uma linguagem que imita a clínica sem ter o lastro dela — e boa parte do que a paciente traz como expectativa vem daí.
Este manual é o único que traz os três atos regulatórios brasileiros lado a lado com a evidência internacional: a Resolução CFM 2.333/2023, a proibição da ANVISA de outubro de 2024 e a Nota Conjunta SBEM–FEBRASGO–SBC de dezembro de 2025. E deixa claro o que nenhum deles proíbe — porque tratar terapia hormonal bem indicada como se fosse o que foi vedado priva de tratamento quem tem indicação legítima.
Como o manual é feito
Prosa clínica de verdade — mecanismo, porquê e como aplicar — com esquemas visuais e quadros de posologia que você abre no meio do atendimento.
Cada conduta traz o nível de evidência e se o produto é registrado, off-label ou proibido no Brasil. As duas colunas, sempre.
ACO combinado, síndrome geniturinária, TDSH pós-menopausa, disfunção por antidepressivo e causa relacional — um capítulo para cada.
Dose inicial, alvo laboratorial, prazo de reavaliação e critério de parada. Inclusive a regra de 1/10 da dose masculina.
Sobrevivente de câncer de mama, pós-parto e lactação, comorbidades endócrinas — capítulos próprios, com o que muda em cada uma.
As frases que abrem o assunto, as que evitam abandono de tratamento e as que explicam sem culpar. Comunicação é conduta aqui.
Onde o efeito é moderado, o manual diz. Onde há controvérsia ativa, ele declara. Onde não deu para verificar, ele registra.
Por dentro do manual
Aberturas de capítulo, ilustrações originais, esquemas próprios e quadros de posologia com o status regulatório.






Sumário
Cada capítulo abre com o raciocínio e fecha com a decisão.
Para quem é
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21 capítulos · 134 páginas · acesso digital vitalício
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